28 de Outubro de 2006
O jogo do choro
Se o videogame avançou por meio de inovações tecnológicas e no design, existe uma nova fronteira pronta para ser explorada: as emoções. “Falar com as pessoas e comovê-las é um objetivo valioso”, afirma Neil Young, chefe do estúdio da Electronic Art de Los Angeles. “Precisamos envolver o público de forma mais eficaz”.
Essa se tornou a missão de Young no último ano, quando a EA anunciou que colaboraria com Steven Spielberg em três projetos. O plano, ele disse com ousadia, era ver se os jogos podiam fazer os jogadores chorar. Jaffe fez a mesma promessa sobre seu próximo jogo para o Sony PSP.
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5 Comentários
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28 de Outubro de 2006 at 4:50 pm
Não diria necessáriamente chorar mas a emoção no jogo é o principal fator que faz um gamer continuar a jogar.
Conheço muitos jogos com gráficos excelêntes e boa jogabilidade mas que não geram nenhum apêlo emocional no jogador.
28 de Outubro de 2006 at 8:39 pm
Po, eu chorei no final de Alex Kid
:P
30 de Outubro de 2006 at 7:58 am
Raramente eu choro por algo.
Mas cada vez mais os jogos vão se parecer com os filmes.
Inclusive no quesito “blockbusters”, filmes/jogos caríssimos feitos para todo o público (mas não tão bons assim, apenas “fáceis”) e os filmes/jogos de arte, feito para um nicho de mercado, mas excelente para a crítica (só que venderá pouco heeee).
30 de Outubro de 2006 at 7:51 pm
Pena precisar de login pra ler a matéria :.(
3 de Novembro de 2006 at 12:33 pm
Hoje existem alguns jogos que já conseguem emocionar os jogadores. Alguns jogos da série Final Fantasy possuem enredos emocionantes e quem não deixou cair uma lágrima ao ver os acontecimentos finais do fantástico Shadow of the Colossus?
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